sexta-feira, 8 de novembro de 2019

NOTA DE ENCERRAMENTO

Concluímos nosso trabalho e estamos encerrando o nosso blog que será avaliado em breve. Agradecemos a todos que contribuíram.

quinta-feira, 7 de novembro de 2019

Amazônia tem outubro com o menor número de queimadas da história; focos no Pantanal sobem 20 vezes

Léia Riscado

Outubro de 2019 apresentou o menor número de queimadas na Amazônia desde o início do monitoramento do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), em 1998. O número mais baixo de focos, até então, havia sido registrado no mesmo mês daquele ano, com 8.777 detecções de calor. Neste ano, foram 7.855 pontos registrados durante todo o mês de outubro.
O cenário é oposto no Pantanal. O maior registro da história do bioma em um mês de outubro ocorreu em 2002, com 2.761 focos de queimadas. Neste ano, o número de outubro chega a 2.430, 331 focos a menos do que o recorde. A média histórica para o mês desde de 1998 é de 981 detecções de calor.
De acordo com o Ipam, não há apenas um motivo para atribuir à queda do fogo na Amazônia. A temporada de chuva começou em algumas regiões, assim como houve uma redução nas queimadas intencionais - reflexo da repercussão do fogo e também do índice alto no mês de agosto. Além disso, ocorreu a implementação da Operação da Garantia da Lei e da Ordem Ambiental (GLO), comandada pelo Exército Brasileiro por meio de um decreto do governo federal para combater crimes ambientais.No caso do Pantanal, o índice de queimadas explodiu com relação a 2018.
No ano passado, o mês inteiro registrou apenas 120 focos. O número deste ano é mais de 20 vezes maior do que em outubro do ano passado.

O ideal seria se não houvesse mais queimadas em todo o território nacional,mas estamos vivendo num mundo que está longe do ideal.

"Nosso Planeta"

Andreza F. Ferreira


O programa de streaming Netflix criou uma série documental chamada "Nosso Planeta"; divida em oito temporadas (1: Um só Planeta; 2- Mundos congelados; 3 - Selvas; 4 - Mares costeiros; 5- Dos desertos aos campos; 6 - Oceanos além das fronteiras; 7 - Água doce; 8 - Florestas), tem uma mensagem fortíssima sobre o Planeta Terra, suas características habitacionais e traz imagens exclusivas e reais.
O documentário levou quatro anos para ser concluído e um de seus objetivos é alertar, ao grande número de consumidores deste programa de streaming, através de imagens incríveis e grandes narradores (David Attenborough e Salma Hayek), sobre a temperatura terrestre que vem aumentando. É importante que, quem tiver acesso à Netflix, assista ao documentário e reflita sobre a participação individual, ou em equipe, relacionada ao nosso planeta.








                         As fotos mostradas foram tiradas para a produção da série documental.

Link do trailer da série documental "Nosso Planeta": https://www.youtube.com/watch?v=IEl1u_hHKac

quarta-feira, 6 de novembro de 2019

AQUECIMENTO GLOBAL PODE SER UMA FARSA?


Nessa entrevista um climatologista afirma que "o aquecimento global é conversa para boi dormir". Qual a sua opinião?

Fabíola Dias

Fonte: https://www.youtube.com/watch?v=NYLDDnrNlo4

JOVENS SE MOBILIZAM CONTRA AQUECIMENTO GLOBAL

Reportagem falando sobre jovens que se reuniram em manifestações por todo o planeta no dia 20/09/19, para conscientizar adultos sobre a importância de agir contra as mudanças climáticas. O grande objetivo, além de alertar pessoas comuns, é de pressionar os líderes do governo para tomarem medidas contra o aquecimento global.

Veja a reportagem completa em https://www.em.com.br/app/noticia/internacional/2019/09/20/interna_internacional,1086845/jovens-se-mobilizam-contra-aquecimento-global.shtml

Fabíola Dias

Aquecimento global e as consequências para a economia brasileira

As mudanças climáticas podem trazer prejuízos na agricultura, pecuária, geração de energia, e também para o Produto Interno Bruto, que é a soma de todos os valores e bens e serviços produzidos no Brasil.  
Com a diminuição nos impactos ambientais, redução de emissão de gases poluentes na atmosfera e a preservação do meio ambiente garantirá que a economia brasileira prospere nas próximas décadas, como aponta os pesquisadores da Rede de Especialistas em Conservação da Natureza. O climatologista Carlos Nobre alerta para a importância de se cumprir o Acordo de Paris, que visa frear as emissões de gases de efeito estufa no contexto do desenvolvimento sustentável, caso contrário o Brasil deixaria em pouco tempo de ser a potência agrícola que é hoje.


“Se a temperatura subir entre 3°C e 4°C, o Brasil não terá mais condições de manter uma expressiva produção agrícola. Talvez apenas a Região Sul tenha alguma condição. A pecuária também vai cair muito”, declara Carlos Nobre
site: https://cebds.org/blog/aquecimento-global-e-as-consequencias-para-a-economia-brasileira/?gclid=Cj0KCQiA-4nuBRCnARIsAHwyuPp0UYO0SPOD-hgzJBYkzgoGG_ZI3gSscAzfew9x4GcvJbZTbUoeqNAaAnTzEALw_wcB#.XcKWSndFyP8

Efeito Estufa e Aquecimento Global

O efeito estufa é um fenômeno natural e possibilita a vida humana na Terra.
Parte da energia solar que chega ao planeta é refletida diretamente de volta ao espaço, ao atingir o topo da atmosfera terrestre - e parte é absorvida pelos oceanos e pela superfície da Terra, promovendo o seu aquecimento. Uma parcela desse calor é irradiada de volta ao espaço, mas é bloqueada pela presença de gases de efeito estufa que, apesar de deixarem passar a energia vinda do Sol (emitida em comprimentos de onda menores), são opacos à radiação terrestre, emitida em maiores comprimentos de onda. Essa diferença nos comprimentos de onda se deve às diferenças nas temperaturas do Sol e da superfície terrestre.
De fato, é a presença desses gases na atmosfera o que torna a Terra habitável, pois, caso não existissem naturalmente, a temperatura média do planeta seria muito baixa, da ordem de 18ºC negativos. A troca de energia entre a superfície e a atmosfera mantém as atuais condições, que proporcionam uma temperatura média global, próxima à superfície, de 14ºC.
Quando existe um balanço entre a energia solar incidente e a energia refletida na forma de calor pela superfície terrestre, o clima se mantém praticamente inalterado. Entretanto, o balanço de energia pode ser alterado de várias formas: (1) pela mudança na quantidade de energia que chega à superfície terrestre; (2) pela mudança na órbita da Terra ou do próprio Sol; (3) pela mudança na quantidade de energia que chega à superfície terrestre e é refletida de volta ao espaço, devido à presença de nuvens ou de partículas na atmosfera (também chamadas de aerossóis, que resultam de queimadas, por exemplo); e, finalmente, (4) graças à alteração na quantidade de energia de maiores comprimentos de onda refletida de volta ao espaço, devido a mudanças na concentração de gases de efeito estufa na atmosfera.
Essas mudanças na concentração de gases de efeito estufa na atmosfera estão ocorrendo em função do aumento insustentável das emissões antrópicas desses gases.
As emissões de gases de efeito estufa ocorrem praticamente em todas as atividades humanas e setores da economia: na agricultura, por meio da preparação da terra para plantio e aplicação de fertilizantes; na pecuária, por meio do tratamento de dejetos animais e pela fermentação entérica do gado; no transporte, pelo uso de combustíveis fósseis, como gasolina e gás natural; no tratamento dos resíduos sólidos, pela forma como o lixo é tratado e disposto; nas florestas, pelo desmatamento e degradação de florestas; e nas indústrias, pelos processos de produção, como cimento, alumínio, ferro e aço, por exemplo.

Gases de efeito estufa

Há quatro principais gases de efeito estufa (GEE), além de duas famílias de gases, regulados pelo Protocolo de Quioto:
- O dióxido de carbono (CO2) é o mais abundante dos GEE, sendo emitido como resultado de inúmeras atividades humanas como, por exemplo, por meio do uso de combustíveis fósseis (petróleo, carvão e gás natural) e também com a mudança no uso da terra. A quantidade de dióxido de carbono na atmosfera aumentou 35% desde a era industrial, e este aumento deve-se a atividades humanas, principalmente pela queima de combustíveis fósseis e remoção de florestas. O CO2 é utilizado como referência para classificar o poder de aquecimento global dos demais gases de efeito estufa;
- O gás metano (CH4) é produzido pela decomposição da matéria orgânica, sendo encontrado geralmente em aterros sanitários, lixões e reservatórios de hidrelétricas (em maior ou menor grau, dependendo do uso da terra anterior à construção do reservatório) e também pela criação de gado e cultivo de arroz. Com poder de aquecimento global 21 vezes maior que o dióxido de carbono;
- O óxido nitroso (N2O) cujas emissões resultam, entre outros, do tratamento de dejetos animais, do uso de fertilizantes, da queima de combustíveis fósseis e de alguns processos industriais, possui um poder de aquecimento global 310 vezes maior que o CO2;
- O hexafluoreto de enxofre (SF6) é utilizado principalmente como isolante térmico e condutor de calor; gás com o maior poder de aquecimento, é 23.900 vezes mais ativo no efeito estufa do que o CO2;
- O hidrofluorcarbonos (HFCs), utilizados como substitutos dos clorofluorcarbonos (CFCs) em aerossóis e refrigeradores; não agridem a camada de ozônio, mas têm, em geral, alto potencial de aquecimento global (variando entre 140 e 11.700);
- Os perfluorcarbonos (PFCs) são utilizados como gases refrigerantes, solventes, propulsores, espuma e aerossóis e têm potencial de aquecimento global variando de 6.500 a 9.200.
Os hidrofluorcarbonos e os perfluorcarbonos pertencem à família dos halocarbonos, todos eles produzidos, principalmente, por atividades antrópicas.

Aquecimento global

Embora o clima tenha apresentado mudanças ao longo da história da Terra, em todas as escalas de tempo, percebe-se que a mudança atual apresenta alguns aspectos distintos. Por exemplo, a concentração de dióxido de carbono na atmosfera observada em 2005 excedeu, e muito, a variação natural dos últimos 650 mil anos, atingindo o valor recorde de 379 partes por milhão em volume (ppmv) - isto é, um aumento de quase 100 ppmv desde a era pré-industrial.
Outro aspecto distinto da mudança atual do clima é a sua origem: ao passo que as mudanças do clima no passado decorreram de fenômenos naturais, a maior parte da atual mudança do clima, particularmente nos últimos 50 anos, é atribuída às atividades humanas.
A principal evidência dessa mudança atual do clima é o aquecimento global, que foi detectado no aumento da temperatura média global do ar e dos oceanos, no derretimento generalizado da neve e do gelo, e na elevação do nível do mar, não podendo mais ser negada.
Atualmente, as temperaturas médias globais de superfície são as maiores dos últimos cinco séculos, pelo menos. A temperatura média global de superfície aumentou cerca de 0,74ºC, nos últimos cem anos. Caso não se atue neste aquecimento de forma significativa, espera-se observar, ainda neste século, um clima bastante incomum, podendo apresentar, por exemplo, um acréscimo médio da temperatura global de 2ºC a 5,8°C, segundo o 4° Relatório do Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas (IPCC), de 2007.
Em resumo, a primeira parte do 4º relatório do IPCC, que compila os estudos sobre base científica da mudança do clima, considera o aquecimento global um fenômeno inequívoco e, muito provavelmente, causado pelas atividades antrópicas. A comunidade científica tem tido um papel importante para subsidiar os países em sua tomada de decisão, fornecendo projeções da mudança do clima sob diferentes cenários futuros, dentro de margens de erro aceitáveis, indicando desafios e apontando oportunidades.
site :https://www.mma.gov.br/informma/item/195-efeito-estufa-e-aquecimento-global

ASSUNTO DO NOSSO BLOG

O que é o Aquecimento Global?

Aquecimento Global  é o processo de aumento da temperatura média dos  oceanos  e da  atmosfera da Terra  causado por massivas emissões ...